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2 de agosto de 1492: um rei muçulmano salva milhares de judeus
BAYEZID II, sultão muçulmano, monarca do Império Otomano, determina que a Marinha Otomana, sob o comando do almirante Quemal Reis, desloque seus navios até o litoral da Espanha com o objetivo de resgatar os judeus e os levar em segurança até as cidades islâmicas de Tessalônica (na atual Grécia) e Esmirna (na atual Turquia). A população judaica que resistiu à adesão ao catolicismo foi expulsa do território espanhol através do infame Decreto de Alhambra, assinado pelos Reis Católicos Isabel de Castela e Fernando de Aragão, ordenando a expulsão dos judeus, que não renuciassem à crença no judaísmo, de todas as possessões das coroas de Castela e Aragão até 31 de julho de 1492. Bayezid II acolheu cerca de 100 mil judeus, garantindo-lhes novo lar.
524 anos depois, a Espanha se posiciona corajosamente ao lado do povo nuçulmano perseguido e em processo de genocídio ou expulsão da Palestina promovido pelo governo sionista de Israel. Em represália, os sionistas israelenses - os intolerantes racistas de hoje - ameaçam com atos terroristas o governo e o povo espanhol, inclusive patrocinando a invasão de refugiados no território espanhol de Ceuta, com o objetivo de criar uma tragédia humanitária contra a Espanha. Ironias da História.


