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Dulelista, escritor e filósofo: 371 anos da morte de Cyrano

Por Enio Lins 26/07/2026

CYRANO DE BERGERAC morre, aos 36 anos de idade, em 26 de julho de 1655, depois de uma vida breve, mas intensa, recheada de literatura, poesia, polêmicas filosóficas e muitos duelos. Tendo vencido todos seus oponentes (desafiantes e desafiados), morreu em consequência de um acidente, meses depois de atingido por uma viga que teria desabado sobre sua na cabeça. Versões sugerem que teria sido vítima de um atentado e golpeado por um porrete ou por um tijolo, massa maiorias dos relatos asseguram que a pancada teria sido acidental. Torna-se personagem imortal através da peça homônima, escrita 42 anos depois de sua morte, em 1897, por Edmond Rostand (1868/1918).

Informa a Wikipédia
que “nascido como Savinien de Cyrano em uma família parisiense, e passou a infância em Saint-Forget
(atualmente Yvelines). Estudou e viveu em Paris, enquanto não estava em campanha militar. Ele não era, portanto, um gascão. Somente em 1638 adiciona “de Bergerac” a seu nome, inspirado nas terras que sua família teria possuído. Seu pai era o Senhor de Mauvières e de Saint-Laurent, e como o antigo nome de Mauvières era Bergerac, da antiga família gasconha, que havia sido proprietária da região nos séculos XV e XVI”.

Cyrano foi contemporâneo
de sumidades iconoclastas como Molière e também se destacou, além da habilidade na espada, por seu talento como poeta, filósofo e livre-pensador. “Relata a enciclopédia virtual que “aos 20 anos, perdeu a pensão que recebia de seu pai, ao envolver-se num duelo, entrando para o exército, junto ao Capitão Carbon de Casteljaloux. Supõe-se que Cyrano tenha duelado perto de mil vezes, em especial devido às brincadeiras que faziam com seu nariz, bastante grande. Teve dois ferimentos em combate, e um deles lhe deixou uma cicatriz, paralela ao nariz. Destacou-se não apenas como escritor, mas também como espadachim e soldado”.

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